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Vamos consertar o CTA

Uma vez que julho é um dos meses mais movimentados do ano, dedico esta coluna a um tema que tem enorme e crescente impacto na capacidade de as companhias aéreas manterem o fluxo de passageiros. É a questão da infra-estrutura do sistema de controle do tráfego aéreo (CTA), operado pela Federal Aviation Administration (FAA). As companhias aéreas dos EUA transportam cerca de 740 milhões de passageiros por ano. A procura pelos serviços do CTA é imensa, porém, a capacidade do sistema não tem acompanhado o ritmo da demanda.

Atualmente, os controladores de tráfego aéreo dependem de tecnologias ultrapassadas, que sobrecarregam o sistema e compelem as linhas aéreas a voarem rotas alternativas com maior gasto com combustíveis, mais emissão e desperdício de tempo e dinheiro. É preciso passar da tecnologia analógica para a digital e mudar o sistema de transmissão terrestre para um que opera via satélite. O problema é quem vai pagar por tais mudanças.

Apoiamos uma abordagem sensata no sentido de estabelecer custos para todos os usuários do sistema de CTA, de acordo com os serviços que lhe são prestados. No sistema atual, as companhias aéreas e seus clientes usam cerca de dois terços dos serviços prestados pelo CTA, mas pagam 94% dos custos. Isto significa que elas estão pagando um subsídio da ordem de $1,5 milhões de dólares por ano a companhias e indivíduos que voam em aviões privados.

Nos próximos meses, o Congresso revisará a legislação sobre o financiamento da FAA. Obrigado por voar hoje conosco. Faça uma ótima viagem.


Gerard J. Arpey
President & CEO American Airlines


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